E-mail: atendimento@aep.net.br
WhatsApp: +55 11 94277-9889

O mundo dos e-commerces globais: seria esse o futuro?

Quando o assunto é e-commerce globalizado, pode perguntar-se quais são as vantagens e as desvantagens deste tipo de negócio. De uma maneira bem superficial e generalizada, não há desvantagens em um e-commerce globalizado, já que ele vai ter um alcance maior de consumidores e dessa maneira vai conseguir realizar mais negócios e ter mais lucros.

Ao mesmo tempo, esse tipo de comercialização internacional traz muito mais trabalho e mais investimentos, e isso pode ser visto como “desvantagem”. Outro ponto é o custo com as entregas internacionais, por isso é preciso ter um excelente serviço de logística.

Crescer globalmente é uma tendência do entre os e-commerces, por isso para quem quer ter um lugar importante nesse segmento é inevitável “abrir suas portas” para o mundo. Alguns exemplos de empresas que estão atuando em mercados globais são a Amazon e o Alibaba com o seu funcionamento em e-marketplace, entre outros.

E-commerces globais se adaptam às realidades locais

Segundo um artigo publicado pela Gazeta do Povo no final de 2017, a Privalia é o quinto e-commerce de maior sucesso em vendas no Brasil, vendendo por ano mais de 2,5 bilhões de reais. A empresa que vende artigos de moda e artigos para casa é parte de um grupo, do qual atua também na Itália, na Espanha e no México. Devido a essa atuação global, a empresa precisa adaptar-se, e para isso apresenta 4 sites específicos, os quais visam trabalhar tanto com marcas nacionais como também com marcas internacionais para estimular e facilitar as vendas em cada um dos mercados que atua. Ou seja, uma das necessidades principais dos e-commerces globais de sucesso.

Além da Privalia, uma outra empresa que entra na lista dos maiores e-commerces de sucesso do Brasil, mas que ocupa o décimo lugar, é a Polishop, que foi fundada no Brasil e exporta seus produtos para América do Sul, Estados Unidos e Ásia desde 2007. Mas, nesse caso, a empresa de eletrodomésticos já não apresenta vários sites para os países com quais trabalha, o que pode sim dificultar a comercialização dos seus produtos globalmente. Por outro lado, o site de apostas esportivas Betway, que traz jogos de cassino online para países como como Brasil, Itália, Dinamarca, Espanha, Alemanha e mais recentemente Nigéria, localiza todo o conteúdo para a língua local e oferece um atendimento ao consumidor em mais de 17 línguas trabalhando 24 horas por dia para garantir uma posição global.

Já em relação ao delivery internacional, no Brasil há diversas empresas que estão oferecendo soluções nesse sentindo para garantir a ampliação dos e-commerces brasileiros no mercado global. Isso ainda é algo novo no Brasil e quem sair na frente vai estar ganhando um novo mercado, por isso o investimento é válido. O segmento de cosméticos brasileiros já está na frente, como por exemplo, no caso da empresa Rishon Cosmético que atua tanto no mercado americano como também no italiano.

Amazon + Alibaba : melhores exemplos do futuro

Amazon, que domina grande parte do mercado dos e-commerces, está sempre se adaptando ao mercado e oferece o melhor serviço de entregas, uma das razões que a coloca no topo do mundo. Além dela, uma empresa que tem um caráter global e que ganha cada dia mais brasileiros como consumidores é o Aliexpress, parte do grupo Alibaba, que vende diversos produtos diretamente da China. Indo na contramão, o grupo criou a TMall, no qual produtos do mundo inteiro podem ser vendidos para os chineses. Empresas como L’Oreal já tiveram recordes de vendas no segmento de beleza dentro da plataforma, expandindo sua atuação online na China.

Acreditamos que essas duas empresas, Amazon e Alibaba, são os melhores exemplos de sucesso e de futuro no mundo dos e-commerces globais. Para quem quer entrar no mundo dos e-commerces sejam eles globais ou locais é preciso entender o conceito de e-marketplace, o que também é uma tendência, já que é como as duas gigantes citadas acima funcionam.

Esse conceito está atrelado apenas às lojas virtuais, as quais dão chances de diversas formas de negócios acontecerem, entre eles: B2B, B2C, C2C e até mesmo de vendas para governos. Essas diferentes formas de negócios ampliam também as possibilidades de lucro. Segundo uma pesquisa, 97% dos consumidores onlines americanos compram em e-markeplaces, entre eles Amazon e Alibaba, já que eles oferecem mais possibilidades de negócios.

Por outro lado, esse conceito abre também a possibilidade para que novas pessoas entrem no negócio de vendas online já que elas podem começar a comercializar os seus produtos por essas plataformas que garantem ferramentais localizadas de acordo com o país que estão trabalhando.

Outros pontos do futuro do mundo dos e-commerces

Em um artigo recentemente publicado foi falado sobre as tendências esperadas em 2018 no mundo dos e-commerces, aqui vamos exemplificá-las brevemente com as três principais: os e-commerces vão continuar crescendo, os produtos devem ser customizados, ou seja, vai ser necessário conhecer bem o público consumidor para oferecer o que eles querem e os e-commerces devem oferecer o máximo de ferramentas que facilitem a compra dos consumidores, e devem estar bem alinhados com a experiência do usuário.

Ou seja, ficou claro que é preciso estar sempre se adaptando às novas necessidades do mercado e não ter medo de expandir para conseguir aumentar os lucros. O futuro do mundo dos e-commerces é globalizado, e visa diversos mercados ao mesmo tempo, para isso é preciso oferecer sempre mais e ir além para estar adaptado aos clientes de todos mundo.

As ferramentas que facilitam isso é a total localização do site, que mesmo globalizado deve ser local. As grandes empresas do segmento já estão mostrando há anos o que funciona, por isso é preciso aprender com elas e com os seus exemplos de atuação nesse mercado que está sempre evoluindo e vai crescer em 2018, chegando ao faturamento de trilhões de dólares mundialmente.

FONTE ORIGINAL DO TEXTO: https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/o-mundo-dos-e-commerces-globais-seria-esse-o-futuro/

Confira também em nosso blog: Facebook Ads com menos segmentações: dados de terceiros, como Serasa, não poderão mais ser usados