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As dicas do Google para anunciar seu produto no Google Shopping

Um dos canais que mais tem ganhado atenção da empresa recentemente, o Google Shopping ainda é um mistério para muitos lojistas.

Segundo José Afonso Aires, estrategista digital do Google, quanto mais informações sobre produtos os varejistas conseguirem incluir nos cadastros, maior a chance de os anúncios serem clicados e até entrarem entre os principais destaques.

“Os novos formatos [de anúncio] facilitam a pesquisa do usuário. Quanto mais informação enviar, maior a chance de encontrar a sua loja”, afirmou.

Durante a Conferência E-Commerce Brasil Santa Catarina, nesta quarta-feira (9), Aires explicou quais são as melhores práticas para quem investe no Google Shopping.

De acordo com o especialista, existem alguns dados básicos (código do produto, título, descrição, link, link da imagem, Estado, disponibilidade, preço, Gtin (código de barras) e marca) e outros optativos, como a categoria Google, o tipo de produto, preço na promoção, link móvel, preço efetivo de venda e MPN (número da peço do fabricante).

“Dependendo do tipo de produtos que você vender, como roupas, outros atributos serão obrigatórios, como tamanho”, exemplificou.

Cuidado no título

Um dos quesitos mais importantes no momento de cadastrar informações do item é o título. Chamadas muito grandes não aparecem por completo, enquanto nomes muito simples podem induzir ao erro.

Por exemplo, em vez de anunciar um vinho apenas com o título “Bordeaux 2012” – que pode se referir à cidade ou ao clube de futebol, por exemplo -, o correto é escrever algo como “Vinho Tinto Bordeaux 2012”, para não gerar dúvidas.

A estrutura recomendada pelo especialista é tipo de produto + marca + atributos.

Além disso, dos 150 caracteres disponíveis, apenas 40, em média, aparecem por inteiro na página de busca. Por isso, o mais importante deve vir primeiro. “Não é algo que o algoritmo do Google vá olhar, mas é importante para o cliente”, tranquilizou Aires.

Descrição

Além da chamada, a descrição também merece cuidado especial. Ali, não basta incluir manifestações genéricas.

Explique as características e os atributos visuais mais importantes, não use palavras em letra maiúscula, seja bastante específico e, em vez de símbolos, dê preferência a entidades XML ou caracteres com escape – evitando erros como “Fone de ouvido"”.

Exemplo de uma boa descrição, segundo o especialista do Google Shopping, por exemplo: “Fone de ouvido bluetooth de madeira Marca X oferece alta performance acústica, boa amplitude de som e qualidade melhorada”.

A descrição pode ser escrita em até 5 mil caracteres, mas só os 150 primeiros, em média, aparecem sem precisar expandir a tela.

GTIN

Negligenciado por muitos lojistas, o código do produto – geralmente, o código de barras – é uma das formas de se diferenciar dos concorrentes. Isso porque, com o GTIN, a busca se torna muito mais específica e vai mostrar ao cliente o produto certo.

Quando o número é incluído nas informações do feed do Google Shopping, ele aumenta em até 20% o número de cliques do anúncio, segundo a empresa.

Como recomendações gerais, José Afonso Aires sugeriu:

– Não envie um GTIN para um produto genérico

– Não envie um GTIN para um produto que não tem código

– Use o GTIN correto para cada produto, incluindo variantes (como cores e tamanhos)

Alguns casos são especiais, como produtos artesanais, que não têm código – nesse caso, basta entrar no campo identifier_exists e marcar a opção “false”.

Além disso, é possível consultar, dentro do Merchant Center, todas as categorias Google, uma forma complementar ao GTIN e que também deve ser preenchida.

Imagens

A qualidade das imagens serve não só para atração visual, mas para ajudar a aumentar a relevância do anúncio.

A dimensão recomendada é de 800 px x 800 px – se o Google Shopping perceber que a qualidade é muito baixa, pode deixar de mostrar o ad.

Já o enquadramento do produto deve ficar entre 75% e 90% do espaço da imagem. Mostre a variante correta e leve para a seleção correspondente do site. “Nada é mais frustrante do que clicar no tênis azul e carregar a página do tênis vermelho. Quanto mais páginas precisar navegar, maior a chance de sair do site”, alertou Aires.

Aproveite para atualizar as informações do feed – incluindo as imagens – toda vez que alterar os dados no próprio site.

Regras do feed

Por fim, segundo o especialista, agora é possível criar regras automáticas para modificar o feed do Google Shopping. “Se tiver ‘Bourdeaux’ no título, dá para adicionar a palavra ‘Vinho’ antes do nome automaticamente”, concluiu Aires. De acordo com ele, essa é uma ação válida para praticamente todos os itens.

Por Caio Colagrande, da redação do E-Commerce Brasil

FONTE: https://www.ecommercebrasil.com.br/

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